jul
18

404 AACD – Que tal transformar esse erro em um acerto?

Estou há algum tempo ensaiando esse post. Aproveitando que estou em Brasília com uma certa tranquilidade, e com um certo tempo, vamos lá.

Há alguns meses atrás fiquei sabendo da campanha “Que tal transformar esse erro em um acerto?” através de uma página que não existia. Achei a campanha fantástica. Quantas vezes deixamos de acessar um conteúdo e vimos aquela página “bacana” de erro404??

OPS...

A campanha da AACD[bb] funciona de uma maneira bem simples, para ajudar basta doar sua página 404. Isso, aquela página feia, que você viu ai na figura acima, aquela que ninguem nunca configura e muitas veses nem sabe como configurar.

Para ajudar, leia: http://www.aacd.com.br/404/

Bom, para iniciar o procedimento, primeiro baixe os arquivos no site da AACD:

 wget -c http://www.aacd.com.br/404/404.zip 

Extraia o arquivo para o diretório /usr/share/apache2/error/ com o comando:

# mkdir /usr/share/apache2/error/aacd
# mv 404.zip /usr/share/apache2/error/aacd/
# cd /usr/share/apache2/error/aacd/
# unzip 404.zip

Por padrão o apache.conf faz um Alias que aponta para /usr/share/apache2/error/ como diretório de onde ele vai buscar as páginas de erros.

Alias /error/ "/usr/share/apache2/error/"

E aqui, basta apontar para a página que estraimos no erro 404, por exemplo:

 ErrorDocument 404 /error/aacd/404html/404.html 

Agora, basta fazer um reload no apache e testar:

 # /etc/init.d/apache2 reload 

Confira o resultado aqui

E para finalizar, gostaria de tirar o chapéu para essa campanhã digital da AACD.

[]‘s

jul
07

Artigo na revista LibreOffice

Para aqueles que não sabem, o LibreOffice tem uma revista mantida pela comunidade.

Conversando com o Cláudio Filho, que é um dos fundadores do BrOffice aqui no brasil, acabei tendo a oportunidade de escrever sobre certificados digitais no LibreOffice. A matéria ficou bem maior do que eu imaginava, mas ficou bem legal, e foi publicada na ultima edição da revista: Existem duas formas de visualização, online e PDF .

Post curto, .. preciso acabar de postar os post que estão no rascunho.

[]‘s

mar
27

Xwiki com Jboss5.1 e Postgresql

Introdução

Para aproveitar um inspiração que não sei de onde veio, vou tentar fazer um post por semana. Nessa, vou falar sobre a instalação do xWiki, em Jboss AS 5.1 e de quebra mostrar como configuramos a aplicação para utilizar o banco de dados PostgreSQL.

Para esse artigo irei assumir que tudo será feito dentro do diretório /opt . entao para dar início ao nosso procedimento, vamos fazer o download dos itens que vão compor nossa solução, o JbossAS o servidor que irá sustentar nossa aplicação, xWiki.

Obtendo os pacotes

Faça download do pacote war do xwiki em http://download.forge.objectweb.org/xwiki/xwiki-enterprise-web-2.7.1.war

wget -c http://download.forge.objectweb.org/xwiki/xwiki-enterprise-web-2.7.1.war

Faça download do Jboss AS 5.1 em http://downloads.sourceforge.net/project/jboss/JBoss/JBoss-5.1.0.GA/jboss-5.1.0.GA.zip?r=http%3A%2F%2Fsourceforge.net%2Fprojects%2Fjboss%2Ffiles%2FJBoss%2FJBoss-5.1.0.GA%2F&ts=1301058385&use_mirror=ufpr

/

wget -c http://downloads.sourceforge.net/project/jboss/JBoss/JBoss-5.1.0.GA/jboss-5.1.0.GA.zip?r=http%3A%2F%2Fsourceforge.net%2Fprojects%2Fjboss%2Ffiles%2FJBoss%2FJBoss-5.1.0.GA%2F&ts=1301058385&use_mirror=ufpr

Então para seguir para o próximo passo tenha certeza que você têm esses arquivos com você:

ls /opt
jboss-5.1.0.GA.zip

Para qualquer dúvida, a implementação desse documento foi baseada nessa tread da lista do xwiki.org

Com os arquivos salvos, vamos extrair o Jboss AS e instalar o pacote war dentro do diretório de deploy padrão, fazer algumas correções e fazer o deploy em si;

Extraindo o servidor de Aplicação

Lembre-se que estou assumindo que tudo será feito dentro do diretório /opt

unzip jboss-5.1.0.GA.zip
cd jboss-5.1.0.GA
cd bin
chmod +x *.sh
cd /opt

Copiando a aplicação para o diretório de Deploy

Copie o pacote war baixado anteriormente para o diretório server/default/deploy dentro do JbossAS que acabamos de extrair.

cp xwiki-enterprise-web-2.7.1.war jboss-5.1.0.GA/server/default/deploy/

Se tentarmos fazer o deploy da aplixação xwiki sem fazer nenhuma alteração, teremos dois erros ocasionados pelo empacotamento de algumas classes na aplicação que também são empacotadas pelo AS, como elas são de versões diferentes, o deploy não consegue finalizar com exito. Vamos abaixo, apenas deixar as aplicações do Servidor de Aplicações, fazendo com que o conflito acabe, e a aplicação utilize as bibliotecas empacotadas pelo AS.

Editando a aplicação

Abaixo, vamos extrair o conteúdo do pacote war para que possamos edita-lo, fazendo:

cd jboss-5.1.0.GA/server/default/deploy/
mkdir xwiki.war
mv xwiki-enterprise-web-2.7.1.war xwiki.war/
cd xwiki.war
unzip xwiki-enterprise-web-2.7.1.war
rm xwiki-enterprise-web-2.7.1.war

Agora que o pacote já acessivel vamos deixar com que a aplicação utilize algumas bibliotecas diretamente do AS, assim apagando as bibliotecas que vêm empacotadas com a aplicação:

rm WEB-INF/lib/libxercesImpl-2.8.1.jar
rm WEB-INF/lib/xml-apis-1.3.04.jar
rm WEB-INF/lib/xml-apis-ext-1.3.04.jar
rm WEB-INF/lib/xmlParserAPIs-2.0.2.jar

Fazendo o deploy

cd /opt/jboss-5.1.0.GA/bin
./run.h -b 0.0.0.0

Configurando a aplicação para utilizar Postgresql

Para configurar a aplicação para utilizar Postgresql, basta editar as configurações do hibernate, comentando a padrão hsql, e descomentando as linhas de configuração para Postgresql, e colocar o jdbc driver do diretório lib da aplicação.

Baixando o driver jdbc do postgresql

cd /opt/jboss-5.1.0.GA/server/default/lib/
wget -c http://jdbc.postgresql.org/download/postgresql-8.4-702.jdbc3.jar

Reparem que é necessário ver qual é a versão do seu banco, e do seu AS para saber qual é a versão adequada de driver jdbc, verifique isso em:aqui.

Editando o hibernate.cfg.xml

Para configurar a conexão com o banco Postgresql, basta editar o arquivo hibernate.cfg.xml

vim /opt/jboss-5.1.0.GA/server/default/deploy/xwiki.war/WEB-INF/hibernate.cfg.xml

Comente a parte de HSQL:

<!-- Configuration for the default database.
Comment out this section and uncomment other sections below if you want to use another database.
Note that the database tables will be created automatically if they don't already exist.

<property name="connection.url">jdbc:hsqldb:file:database/xwiki_db;shutdown=true</property>
<property name="connection.username">sa</property>
<property name="connection.password"></property>
<property name="connection.driver_class">org.hsqldb.jdbcDriver</property>
<property name="dialect">org.hibernate.dialect.HSQLDialect</property>
<property name="connection.provider_class">com.xpn.xwiki.store.DBCPConnectionProvider</property>
<property name="connection.pool_size">2</property>
<property name="statement_cache.size">2</property>
<mapping resource="xwiki.hbm.xml"/>
<mapping resource="feeds.hbm.xml"/>
<mapping resource="activitystream.hbm.xml"/>-->

Descomente e edite conforme sua necessidade o bloco de configuração do postgresql:

<!-- PostgreSQL configuration.
Uncomment if you want to use PostgreSQL and comment out other database configurations.-->
<property name="connection.url">jdbc:postgresql://<IP/NOME>:<PORTA>/<BANCO></property>
<property name="connection.username">USUARIO</property>
<property name="connection.password">SENHA</property>
<property name="connection.driver_class">org.postgresql.Driver</property>
<property name="dialect">org.hibernate.dialect.PostgreSQLDialect</property>
<property name="connection.provider_class">com.xpn.xwiki.store.DBCPConnectionProvider</property>
<property name="connection.pool_size">2</property>
<property name="statement_cache.size">2</property>
<mapping resource="xwiki.hbm.xml"/>
<mapping resource="feeds.hbm.xml"/>
<mapping resource="activitystream.hbm.xml"/>

Note que você precisa configurar devidamente a url de conexão para seu banco, usuário e senha. Cheque isso de maneira devida, acesse o bando, para ver se a escrita foi efetivada. A escrita acontece no primeiro acesso a página web: SEUIP:8080 .

[]`s

mar
21

Assinando documentos com LibreOffice

LibreOffice e seu trabalho com certificados digitais

Quando aplicamos a ideia de assinatura digital em um documento, um checksum é gerado a partir do conteúdo do seu documento juntamente com sua chave pessoal. Esse checksum e sua chave pública são anexados ao documento assinado.

Para que o LibreOffice consiga disponibilizar a opção de assinatura digital em documentos é necessário que uma variável especifica seja configurada. De acordo com a documentação oficial, essa variável, deve ser apontada para o perfil mozilla do seu navegador, aonde sua chave foi armazenada pela a autoridade certificadora.

Sendo assim a forma mais simples de configurar o LibreOffice para assinar seus documentos é, através do seu navegador Firefox, requisitar um certificado em uma autoridade certificadora e, em seguida, instruir o LibreOffice para buscar o certificado no perfil do navegador.

Mãos na massa

Gerando o certificado

Para que possamos assinar qualquer documento, precisamos primeiro ter um certificado válido que pode ser emitido por uma das diversas autoridades certificadoras como: Comodo, StartSSL, Cacert.

Nesse artigo, vou mostrar passo a passo como gerar seu certificado pela Cacert Community.

  • Utilizando o navegador Mozilla Firefox, acesse o site:
  • Na direita clique em Join;
  • Onde será exibida a tela de cadastro;

 

      • Preencha-a corretamente;
      • Clique em next;
      • Uma tela de confirmação irá aparecer requisitando que você verifique o seu e-mail para continuar o procedimento;
      • Após confirmação, faça login no site da Cacert;
      • Do lado direito, clique na opção certificados de cliente, e na opção Novo;
      • Prossiga com as instruções do site, que irá lhe fazer algumas perguntas e gerar um certificado para você, seguido de um e-mail de confirmação, para que você consiga instalar o certificado no seu navegador.

Com o certificado instalado, vamos apenas confirmar se ele já está disponível nos certificados do nosso navegador Firefox. Para isso entre em:

Editar → Preferências → (tab)Avançado → (sub-tab)Criptografia → Certificados

Verifique na aba Seus certificados, que você tem um certificado disponível.

Configurando o meio de acesso do LibreOffice ao certificado

Com o certificado em mãos, e para possibilitar que os usuários assinem seus documentos, precisamos fazer com que o LibreOffice consiga acessar esse certificado. Para isso, devemos configurar a variável MOZILLA_CERTIFICATE_FOLDER.

  1. Descubra qual é o nome do seu perfil do mozilla, isso pode ser feito da seguinte forma:
    1. Execute o seguinte comando$ ls ~/.mozilla/firefox
    2. Note que o diretório do perfil deve ser semelhante a: gfrjrq0k.default
  2. Com esse nome em mãos precisamos configurar a variável da seguinte maneira:
    1. Execute o comando:$ export MOZILLA_CERTIFICATE_FOLDER=”~/.mozilla/firefox/<profile-name>/”
      1. Substitua <profile-name> pelo nome do seu perfil, conseguido no item anterior;
    2. Para que essa alteração não seja perdida, é bom que você adicione-a no seu arquivo ~/.bashrc
      1. Execute o comando:$ echo “export MOZILLA_CERTIFICATE_FOLDER=~/.mozilla/firefox/<profile-name>/” >> ~/.bashrc

Com essas configurações efetuadas, o LibreOffice já deve ser capaz de utilizar o certificado emitido pela CAcert para assinar os Documentos.


Assinando o documento pelo LibreOffice

Com todos os passos feitos agora basta abrir o seu documento e assinar. Para isso

  • Clique em: Arquivo → Assinaturas Digitais ;
  • Em seguida no botão: Assinar Documento;
  • Agora basta selecionar o certificado exite para assinatura;

  • Certifique-se que a seu certificado foi escolhido;
  • Clique em close;

Repare que seu documento foi assinado na barra inferior do LibreOffice.

 

Símbolos possíveis para assinatura digital

Assinatura válida;
Assinatura válida porém o certificado não pode ser validado. 

Ou A assinatura e o certificado estão OK, mas o documento não está assinado em todas as partes;

A assinatura está inválida;

Quando assinamos documentos ou recebemos documentos assinados, temos três ícones que podem aparecer:

Cópia de segurança do certificado

Quando geramos o certificado, vimos que ele ficou armazenado no gerenciador de certificados do nosso navegador, ou seja, não temos um arquivo para guardar e conseguir reutilizar, se perdermos o arquivo de certificados do navegador.

Para efetuarmos uma cópia de segurança, basta exportar o certificado diretamente do gerenciador de certificados do Firefox. Para isso:

  1. Para salvar um cópia do certificado, no Firefox, entre em
  2. Editar -> Preferências -> (tab)Avançado -> (sub-tab)Criptografia → Certificados.
  3. Nesse ponto será apresentado o gerenciador de certificado que classifica os certificados em: Seus, de Pessoas, Servidores, Autoridades e outros. O certificado emitido está na tab “Seus certificados”
  4. Clique sob o certificado e em seguida, clique em detalhes, onde há uma opção de export.
  5. Salve-o em um lugar conveniente
  6. Não o perca !!!!

Referências

http://help.libreoffice.org/Common/About_Digital_Signatures – 18/03/2011

http://help.libreoffice.org/Common/Digital_Signatures – 18/03/2011

http://wiki.services.openoffice.org/wiki/How_to_use_digital_Signatures – 18/03/2011

http://help.libreoffice.org/Common/Applying_Digital_Signatures/pt-BR – 18/03/2011

http://wiki.services.openoffice.org/wiki/Certificate_Detection – 18/03/2011

 

 

fev
07

Lançamento do Debian Squeeze

Bah !!!! …

Como alguns sabem, foi lançado o novo Debian Squeeze com direito a uma surpresa: Atualização do design de alguns sites do Debian, www, listas, packages, wiki e outros, acreditem após 13 anos com a mesma aparência.

Debian Squeeze

Já a release party de SP, realizada de manhã na 4Linux e de noite no bar Miradouro, reuniu alguns nerds para conversar e comemorar o lançamento do Squeeze, tomando algumas cervejas e outras coisas não alcoólicas. Os participantes ficaram antenados no IRC e no twitter do debian, acompanhando cada detalhe do processo de lançamento. Seguem as fotos:

(Ainda bem que eu não vivo de fotografia. . . . . .)

Considero o encontro um sucesso, abrindo portas para a organizações de outros eventos como o Dia-D, e talvez mais pra frente (Ok, seria um sonho pessoal) uma mini-DebConf.

Gostaria de agradecer cada uma das pessoas que apoiaram a festa, e participaram do evento.

[]‘s

fev
04

Debian Squeeze Release Party!!!!

É com enorme satisfação e  felicidade que anuncio: Debian Squeeze Release Party em São Paulo.

Sim, você não se enganou, sim, em São Paulo. Graças a colaboração e atividade da lista debian-sp, conseguimos nos organizar para fazer com que a festa realisada em dois lugares.

Agradeço desde já a participação de todas as pessoas envolvidas e das empresas que ajudaram na realização desse evento.Lembrando que a realise party, é um evento informal, e não haverá nenhuma palestra, talvez façamos alguma coisa, dependendo das pessoas que comparecerem a festa. =D

Acredito que a plena realização desse evento, seja uma primeiro passo para colocar novamente o debian-sp na ativa.

[]‘s

jan
06

Artigo sobre software livre e a evolução. DRAFT

Todas as patentes de ciência deveriam ser consideradas um atraso na evolução?

A cada dia que passo dentro do universo do software livre, consigo enxergar muitos motivos para nunca sair desse meio. Mesmo que eu não seja um colaborador de código, hoje, contribuo com o software livre de outras maneiras, seja ensinando, divulgando ou mesmo palestrando sobre determinadas tecnologias que trabalho. Hoje aprendo para ensinar e trabalho para implementar toda a inteligência de que fora desenvolvida abertamente, me orgulho muito disso.

Nesse meu curto trajeto com o software livre pude observar alguns pontos que considero cruciais para a evolução da ciência, pontos que evoluirão com contribuições de pessoas que não estavam interessadas somente no dinheiro e/ou mérito, e sim na evolução da tecnologia/ciência de uma forma geral.

Há algum tempo venho me dedicando a aprender um pouco mais sobre as empresas de um modo geral, a forma com que elas sobrevivem, se é possível sobreviver somente com software livre, processos, pessoas e o famoso PODC(Planejar, organizar, dirigir e controlar) da coisa. Nesses estudos/observações tive a oportunidade de analisar empresas que sobrevivem de software livre, empresas que usam software livre e empresas que não sabem o que é software livre.

Em algum ponto muito importante na evolução da tecnologia, existia(e ainda existe) um doutrina muito grande para que as pessoas usassem somente um software. Não acredito que a doutrina era a ideia desde o ponto de partida, porem, com pessoas pensantes e bons administradores, se viu a oportunidade de doutrinar. Doutrinar é um dos atos mais estúpidos da humanidade, seja doutrina religiosa, politica, militar ou mesmo de software.

Quando falo em doutrina, peço para que você sente e pense comigo. A doutrina é imposta sempre que as pessoas não tem informação o suficiente, não tem conhecimento o suficiente ou mesmo não têm poder de argumentação suficiente para debater ideias e/ou imposições. No inicio da era dos sistemas operacionais, nós, não tínhamos know-how o suficiente para poder contra argumentar as imposições absurdas da época.

Atualmente estamos em um ciclo de evolução constante, e consequentemente em um ciclo de necessidade constante. Hoje, podemos analisar nossas necessidades e pesquisar por diversas soluções e alternativas para resolver nossos problemas de tecnologia. Temos que formar nossas opiniões, ler, entender e se preciso desenvolver. Não podemos viver a doutrina de software de ontem, devemos construir a comunidade de software de amanhã.

Software livre, não é software, é filosofia, é modo de vida é pensar no futuro aberto. É possível criticar as patentes através do seu modo proprietário de criação. Quando uma patente é criada ao meu modo de ver existem 3 principais motivos: Confidencialidade, Dinheiro, Segurança;

A cada patente que é criada no mundo, algo é mudado, atrasado ou até mesmo deixa de existir. Vamos tentar explicar com o famoso gatinho. Dada a frase, “Toda vez que você cria uma patente, um gatinho morre.” Podemos começar nossa analise abstrata fictícia assim: Quando criaram o remédio para dor de cabeça, o patentearam, como consequência dessa patente pesquisadores muito dedicados, só conseguiram criar o remédio para enxaqueca cerca de 10 anos depois, pois a formula mágica do remédio para dor de cabeça foi liberada para estudo, que por sua vez, atrasou em 25 anos a criação da medicina correta para quem tem “cefaleia em salvas”.

Pensem nas pessoas com enxaquecas como futuros cliente, e nas pessoas com cefaleia em salvas como futuros investidores. Fechar o software, e fazer com que esses clientes paguem muito mais caro por um produto ou serviço, afinal, queridos amigos administradores, tempo é dinheiro.

Em nenhum momento do texto meu objetivo é atacar fabricas de software, meu objetivo aqui pelo contrario é passar para meus leitores e administradores de empresas o quão viável é o software livre, na evolução da ciência e da tecnologia. A grande intenção desse documento é fazer com que meus amigos extremamente técnicos entendam que precisamos de administradores qualificados e que entendam o que é o software livre e o que ele pode fazer para uma empresa e/ou sociedade.

O que tento passar nesse artigo é que não importa a patente que você faça na área de ciência, ela sempre pode significar um atraso na evolução da ciência/tecnologia ou mesmo humanidade.

Lembre-se .. isso é um draft, gostaria de publicar isso no opensource.com.

Grato

jan
06

To de volta, … mais uma vez.

Voltei!!! …

Bom depois de quase 40 dias de férias decidi voltar a postar no noroyalties. Preciso fazer algumas alterações e updates no blog, mas em breve, vou voltar a postar continuamente.

Para o próximo post, gostaria de publicar alguns pensamentos que futuramente gostaria de publicar no opensource.com, o titulo, “Patentes contra a evolução”. Esperem. =D

[]‘s

mai
02

Em busca de Desktop Perfeito

Faz pouco tempo que resolvi testar o gnome-shell. Li algumas coisas aqui, outras ali. E seguindo alguns passos escritos pelo Flamarion, instalei.

O grande problema é que fui testando, testando e ele ficou. Estou gostando muito do meu novo  “Ambiente de trabalho”, porem existem algumas coisas que eu gostaria de ter e ainda não tenho.Um exemplo o Gerenciador de Tempo do gnome – o Hamster. Não existe applet dele para o gnome-shell.

Enquanto eu não acho uma forma de rodar o Hamster, aproveitei para trocar o meu gerenciador de arquivos padrão para Dolphin. É isso mesmo. !!!

Sei que não é muito comum mas existem coisas no Nautilus que realmente não me deixam feliz. Então segue a dica:

Para trocar o Nautilus por qualquer outro gerenciador de arquivos edite esse dois arquivos:

nautilus-computer.desktop

nautilus-folder-handler.desktop

Mude as seguintes linhas adequando o seu editor favorito:

TryExec=nautilus
Exec=nautilus –no-desktop %U

No meu caso, ficou assim:

TryExec=dolphin
Exec=dolphin %U

Tirei mais ou menos a idéia de como fazer isso aqui. =D

[]‘s

abr
03

Configurando a placa Nvidia GeForce G210M – Debian Squeeze

Mais uma vez,

Eu sempre fujo de notebooks com placa de video avantajadas, mas como tinha gostado bastante desse sony, acabei por comprar ele mesmo assim. Sem nenhuma sombra de dúvida deixei o módulo da nvidia padrão(nv) em funcionamento, afinal, jogos e outras coisas não estão dentro do meu plano de tempo. Porem, tive uma ligeira curiosidade de testar o gnome-shell, e veio então o meu pequeno problema.

Bom, como muitos já devem ter percebido, fazer a placa Nvidia GeForce G210M funcionar até mesmo no Ubuntu está dando dores de cabeça avantajadas. Resolvi esse problema depois de alguns minutos lendo o post de um cara bem objetivo. Vamos lá, replicarei a idéia em português.

Primeiro, instale a ultima versão disponível do driver da nvidia disponibilizada aqui.

O por algum problema estranho, o módulo da nvidia não consegue detectar o display interno. Então o que temos que fazer é: capturar o arquivo de EDID do Windows, e dar ele para o xorg conseguir detectar o display da maneira adequada.

Bom, o meu grande problema aqui, é que eu não mantive meu Windows instalado, é claro!!! Tive que buscar uma boa alma que publicou o arquivo EDID de um notebook de uma série muito próxima a minha. Mas para quem tem Windows ainda é possivel extrair esse arquivo com programas como o softMCCS.

Basicamente o que tive que fazer foi editar o xorg.conf gerado pelo instalador da nvidia e adicionar essas duas linhas no meu xorg.conf, dentro da Section Device.

Option            “ConnectedMonitor”   “DFP-0″
Option            “CustomEDID”          “DFP-0:/etc/X11/sony-edid.bin”

É isso, estou com meu gnome-shell funcionando. =D

Malditas placas de video que não dizem bom bia.

[]‘s

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